Historia desde Guinea-Bissau: ‘Medo de Fazer teste de VIH SIDA’

HUMANA TESTIMONIOS PROYECTOS TCE

Desde Guinea-Bissau nos ha llegado este testimonio de Marta Djata, oficial de campo del proyecto Total Control of the Epidemic ((TCE) de lucha contra el VIH/SIDA que estamos desarrollando. Hemos preferido no traducirlo, ya que se entiende perfectamente, y con el fin de no tocar ni una coma de las palabras, inquietudes y sentimientos que el texto refleja. Recuerda que el pasado 1 celebramos el Día Mundial de Lucha contra el SIDA…Unidos en la lucha contra esta enfermedad.

Em exercício das minhas actividades como Oficial de Campo do programa TCE na comunidade de Coboto no sector de Gabu, no campo numero 10, vivi na primeira pessoa uma história de um jovem dentro do meu campo que gostaria de partilhar com
outros colegas que fazem o seu dia‐a‐dia neste programa.

Numa manha de Terça‐feira do dia 10 de Julho de 2012, no âmbito de introdução do programa TCE e factos básicos durante a campanha porta a porta na comunidade conheci uma família cuja chefe da família é um jovem.

Apresentei‐me como um Oficial de campo de TCE, e falei de objectivo da TCE, da sua política de trabalho. Este jovem (chefe da família) nunca conheceu o seu estado de saúde. Conversei com ele sobre a importância de conhecer seu estado de saúde.

Ele concordou que iria fazer teste. Passou duas semanas e voltei de novo para saber se ele já fez o que nos tínhamos combinado. Ele tinha ido no centro de saúde mas não ganhou coragem de fazer o teste de VIH SIDA. Continuei conversar com ele sobre o assunto e não desistiu a ideia. Passou um tempo, e ele me chamou para acompanhar no centro de saúde. Chegamos no centro de saúde e ele entrou para fazer o teste. Fiquei a espera fora enquanto ele fazia o teste. Depois de teste ele saiu fora mas não me falou nada.

Foi no regresso para casa que ele abriu para mim que fez teste mas saiu negativo. Foi por emoções que não conseguiu abrir para mim. Ele recordou muitos parceiros que ele tinha e tudo isso metia medo a pensar que vai sair positivo. O comportamento antigo é que levou ele para concluir que podia sair positivo. Com tantos parceiros, ele não usava preservativo para se proteger.

Com este comportamento, conclui que não esperar outro resultado a não ser positivo. O teste clínico provou o seu estado e não se julgar ser positivo em quanto está em casa.

Me agradeceu bastante por ter sensibilizado e mobilizado ele para fazer teste e conhecer o seu estado relativamente a VIH SIDA. Pediu me para se juntar com outros jovens activo na mobilização de comunidade na luta contra SIDA. E pediu para estabelecer um depósito de preservativos na entrada da sua casa“.

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